Vendo o tempo passar

Depois de uma semana inteira de estudos --ou não--, o fim de semana adentra passando antes pela sexta-feira. Logo a sexta-feira que me reserva a dedicação de praticamente todo o meu dia para a faculdade. Entre aulas e morcegamentos, me resta chegar em casa já no final do dia e me prender à rede mundial, resistindo ao cansaço até às AM 02:00 da madrugada.
Já nos primeiros momentos da manhã de sábado, por volta de AM 12:35, [meus primeiros momentos] acordo e vejo 5 chamadas perdidas no celular. Pensei logo em alguma aventura marcada sem nenhum tipo de planejamento [essas que são boas...]. Realmente, era isso. Malena me liga: "Adivinha onde estou? Estou na casa da Wenndy! Vou passar o telefone pra ela" e já nessa hora pressenti um som familiar da voz da Wenndy: "Vem pra cá, cabeção!". Dito e feito. Após juntar as moedinhas [sim: universitário ferrado e sem grana] fui para lá.
Em resumo, a tarde foi cheia de causos que fizeram lembrar dos tempos de cursinho [ano passado]. Passeando, conversando e falando muitas besteiras, pra variar, fomos à casa do Ulton. De volta à casa da Wenndy, e para marcar ainda mais o reencontro, arma-se uma grande tempestade que de toda não foi ruim porque fez com que a visita durasse bem mais. Destaque para o telefonema de Mayre curtindo o sol em Conceição da Barra [faltou ela]. Por mais banhos de mar que ela realizasse, com certeza ela iria querer ouvir a história do Zé Brasil [uahUAHuahUAHUAUha].
Quando a noite ganha o destaque e a chuva perde a força, nos resta despedir-mos dos amigos [neste caso, das amigas] e voltar para casa com as lembraças do bolo Pop Art da Suellem, da carambola inacessível, da arquitetura das casas do Expedito e pasmem: lembranças até da flertada frustada do Rex na Totó [cães de rua sem vergonha!]. Volto à realidade quando chego em casa e lembro dos livros e cópias que tenho de ler e do jingle que tenho que compor. Mas tudo isso não me impede de pensar em algum outro dia em que passaremos outras horas juntos novamente. Por hoje é só, e como dizem lá em Nanuque: "inté, povo!".

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4 comentários:

Luiz, Wellington. disse...

Até eu estou curioso para saber a história do Zé Brasil! Me conta!

Ângelo disse...

Bom blog.

Rápido e direto...gosto de pensamentos assim.

Adicionei o seu blog, preciso ler todo, mas, de pronto gostei do que vi.

Abração

Maycon Souza disse...

Acostume-se (acho) que daqui pra frente será assim (isso se a UFES permitir).
Ahh gostei da parte "universitário ferrado e sem grana", não sei prp, mas me identifiquei...rsrs

Cidadão Utópico disse...

é a viidaa.. hsuhsauhsa

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